Lente, ex-Custódio, brasiliense. Natural do Rio de Janeiro, onde nasceu em 1700. Lemos em Pedro Taques o seguinte: «Manuel Francisco de Moura e sua mulher Maria da Silva vieram de Alenquer para o Rio de Janeiro, e são os avós maternos daquele grande barrete Fr. Antônio de Santa Maria, o Passante de alcunha». Em 20 de outubro de 1745 foi eleito comissário e visitador de terceiro» em Minas Gerais. Aos 9 de janeiro de 1746 erigiu canonicamente a Ordem Terceira de Vila Rica (Ouro Preto, MG). São na ocasião seus títulos: pregador, lente da sagrada teologia, ex-custódio e examinador sinodal. Em 1753 (21 de janeiro) estava no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro: fez um batizado de escravo dessa mesma casa. Além de abalizado teólogo e canonista, era notável orador sacro. Escreveu:
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 653.