Sacerdote. Natural da Ilha do Pico (Açores), professou na Província da Imaculada Conceição do Brasil. Achando-se com licença de seu prelado em Lisboa, resolveu, sem autorização, ir a Roma. Lá pediu à Santa Sé absolvição de sua culpa, o que lhe foi dado pela S. Penitenciária, a 22 de abril de 1718. Em outra súplica dirigida à S. Congregação dos Bispos e Regulares, solicitou a permissão de ir à Ilha do Pico, a fim de socorrer sua mãe e irmã, o que não lhe foi concedido, em vista de informações desfavoráveis, em 29 de abril de 1718.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 247.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1718.