Filho da Província da Imaculada Conceição do Brasil pediu à S. Congregação dos Bispos e Regulares o privilégio de conventualidade no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, para poder olhar por sua mãe Luzia Ganieiro e sua tia Águeda Rodrigues, ambas viúvas e dos principais moradores do Rio, moradoras em Jacarepaguá. Em resposta de 2 de dezembro de 1718 a referida Congregação remeteu o caso ao Ministro Provincial que esse providenciasse. Em nova súplica solicitou a licença de ficar em casa de sua mãe, por esta estar velha e quase cega e não ter parente algum que a pudesse assistir. A S. Congregação cometeu ao Ministro Provincial o poder de conceder a licença
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 258.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1721.