Confessor, Brasiliense. No século se chamava Manuel Olavo de Souza. Filho legitimo de Sebastião Gonçalves de Souza, e de sua mulher Ana Rosa da Conceição; todos naturais e batizados na freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Angra dos Reis, bispado do Rio de Janeiro. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Teotônio de Santa Humiliana (1847-1850). Tomou o hábito para frade do coro no convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, sendo guardião Fr. Manuel de Santa Veridiana, aos 6 de setembro de 1848, sendo de idade de 22 anos completos. Professou no mesmo convento e mãos do referido guardião, aos 8 de setembro de 1849. Com patente do Ministro Provincial Fr. Teotônio de Santa Humiliana, foi ordenado sacerdote a 4 de agosto de 1850, pelo Exmo. Sr. Dom Manuel do Monte Rodrigues de Araújo (1839-1863), 9° bispo do Rio de Janeiro. No capítulo celebrado a 17 de agosto de 1850 foi nomeado confessor de seculares. Secularizou-se em data não declarada. Como padre secular foi vigário da paróquia de Angra dos Reis de 1874 a 1877 e de 1882 até a morte ocorrida a 6 de fevereiro de 1887.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1289.