Pregador, brasiliense. No século se chamava Leandro Joaquim dos Santos, natural e batizado na freguesia de Nossa Senhora da Assunção de Cabo Frio, bispado do Rio de Janeiro. Filho legítimo de Sebastião Leandro dos Santos, natural e batizado na freguesia de São José da cidade do Rio de Janeiro, e de sua mulher Maria Angélica, natural e batizada na sobredita freguesia de Cabo Frio. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Francisco Solano Benjamim (1814-1818). Tomou o hábito no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, a 24 de agosto de 1816, sendo guardião o Ex-Leitor Fr. João de Parma. Professou no mesmo convento e com o mesmo guardião, no dia 1º de setembro de 1817. No capítulo celebrado a 18 de abril de 1818 foi admitido ao estudo de filosofia no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, sendo Lente o lr. Ex-Leitor Fr. Henrique de Sant’Ana. Foi admitido ao estudo de teologia no capítulo celebrado a 20 de outubro de 1821. Com patente do Ministro Provincial Fr. Ângelo de São José Mariano (1821-1823), Foi ordenado Sacerdote no Rio de Janeiro, em 1822 pelo Exmo. Sr. Dom José Caetano da Silva Coutinho (1806-1833) 8º bispo da dita cidade. Na congregação intermédia de 26 de abril de 1823 foi nomeado pregador e confessor de seculares. No capítulo celebrado a 5 de fevereiro de 1825 elegeram-no presidente do Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro; não acabou esta presidência por ter obtido ser Capelão da fortaleza da Lage (na baia de Guanabara). Alcançou ser Capelão do Número da Armada Imperial. Em data não declarada faleceu embarcado na Marinha de Guerra nas águas do Rio Zaire (África).
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1168.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1833.