Sacerdote, europeu. No século se chamava José de Souza, natural e batizado na freguesia de São Nicolau da cidade do Porto. Filho legítimo de João de Souza, natural e batizado na Vila de Melres, bispado do Porto, e de sua mulher Inácia de Sousa, natural e batizada na sobredita freguesia de São Nicolau. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Francisco da Purificação. Tomou o hábito para frade do coro no Convento de São Boaventura de Macacu, aos 7 de setembro de 1760, sendo guardião Fr. José das Neves. Professou no mesmo convento, sendo guardião Fr. José da Madre de Deus Rodrigues, aos 8 de setembro de 1761. Com patente do Ministro Provincial Fr. Lourenço Justiniano de Santa Teresa foi ordenado sacerdote no Rio de Janeiro, em 17 de dezembro de 1791. Conferiu-lhe as Ordens D. José Joaquim Justiniano Mascarenhas Castello Branco, Bispo da dita cidade. Dando uma grande queda no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, enfermou gravemente. Passados alguns meses de moléstia, munido com os Sacramentos, faleceu na enfermaria do sobredito convento, aos 11 de junho de 1797. Jaz sepultado na quadra dos religiosos.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 926.