Confessor, Brasiliense. No século se chamava José Joaquim Melique (ou Malique), natural e batizado na freguesia de Sant’Ana de Pirai, bispado do Rio de Janeiro. Filho legítimo de João Antônio Melique, e de sua mulher Josefa Maria da Conceição, ambos moradores na sobredita freguesia. Tomou Ordens Menores, sendo secular. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Teotônio de Santa Humiliana (1847-1850). Tomou o hábito para frade do coro no convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, sendo guardião Fr. Antônio do Coração de Maria, aos 2 de junho de 1848, tendo de idade 22 anos completos. Fez profissão no mesmo convento e nas mãos do Ministro Provincial Fr. Teotônio de Santa Humiliana, a 3 de junho de 1849. Com patente do Ministro Provincial Fr. Miguel de Santa Rita (1850-1853) foi ordenado sacerdote aos 27 de junho de 1851, pelo Exmo. Sr. Dom Manuel de Monte Rodrigues de Araújo (1839-1863), 9° bispo do Rio de Janeiro. Foi nomeado confessor de seculares na congregação intermedia de 18 de fevereiro de 1852. Apresentou Breve de secularização perpétua.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1296.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1863.