Sacerdote, Brasiliense. No século se chamava João Alves da Fonseca, natural e batizado na freguesia de São José do Rio de Janeiro. Filho legitimo de Firmino Alves da Fonseca, e de sua mulher Teresa de Jesus Marinho, moradores no Rio de Janeiro. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Teotônio de Santa Humiliana (1847-1850). Tomou o hábito para frade do coro no convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, sendo guardião Fr. Antônio do Coração de Maria, aos 10 de fevereiro de 1848, sendo de idade de 15 anos feitos. Professou no mesmo convento e mãos do guardião Fr. Manuel de Santa Veridiana, aos 12 de fevereiro de 1849. Com patente do Ministro Provincial Fr. Antônio do Coração de Maria (1856-1870), foi ordenado sacerdote no Rio de Janeiro, aos 10 de agosto de 1856, pelo Exmo. Sr. Dom Manuel do Monte Rodrigues de Araújo (1839-1863), 9° bispo da dita cidade. Dois meses depois de ordenado apresentou Breve de secularização perpétua.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1313.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1870.