Sacerdote, Brasiliense. No século se chamava Francisco Mendes de Azeredo Coutinho, natural e batizado na freguesia do SS. Sacramento da cidade do Rio de Janeiro. Filho legítimo de Anselmo Mendes de Souza, e de sua mulher Maria Graça de Azeredo Coutinho, ambos naturais do Rio de Janeiro. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Prilidiano do Patrocínio (1841-1847). Tomou o hábito para frade do coro no convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, aos 17 de maio de 1845, sendo guardião o Pregador Fr. Miguel de Santa Rita. Professou no mesmo convento e nas mãos do mesmo guardião, aos 18 de maio de 1846. Com patente do sobredito Ministro Provincial foi promovido a todas as Ordens, as quais lhe conferiu o Exmo. Sr. Bispo do Rio de Janeiro Dom Manuel do Monte Rodrigues de Araújo (1839-1863), no ano de 1846. Pouco tempo depois apresentou sentença de perpétua secularização.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1269.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1863.