Sacerdote, Brasiliense. No século se chamava Antônio Apolinário da Silva, natural e batizado na freguesia de São José da cidade do Rio de Janeiro. Filho legitimo de Apolinário da Silva, e de sua mulher Maria Luísa da Conceição, naturais do Rio de Janeiro. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Prilidiano do Patrocínio (1811-1817). Tomou o hábito para frade do coro no convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, no dia 1° de outubro de 1845, sendo guardião Fr. Miguel de Santa Rita. Professou no mesmo convento, sendo guardião Fr. Antônio do Coração de Maria, aos 22 de abril de 1848. Teve de esperar todo esse tempo, por ter entrado sem a idade competente. Com patente do Vigário Provincial Fr. Antônio do Coração de Maria (1854-1856), foi ordenado sacerdote a 3 de dezembro de 1854 pelo Exmo. Sr. Dom Manuel do Monte Rodrigues de Araújo (1839-1963), 9° bispo do Rio de Janeiro. Aos 7 de dezembro de 1856 apresentou Breve de secularização perpétua.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1311.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1856.