Pregador, europeu. No século se chamava Antônio do Sacramento Teixeira da Rosa, natural e batizado na freguesia de São Salvador de Mouçós, termo de Vila Real, arcebispado de Braga. Filho natural de Antônio José Teixeira da Rosa e de Ana Maria Machado, ambos naturais e batizados na freguesia de São Pedro de Vila Real no arcebispado de Braga. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. João de Sant´Ana Flores. Tomou o hábito no aos 17 de novembro de 1793, sendo guardião Fr. José Mariano do Amor Divino Duque. Professou no mesmo convento, aos 8 de novembro de 1794, com o mesmo guardião, sendo de idade de 28 anos, pouco mais ou menos, e tomando por nome Fr. Antônio do Sacramento. Entrou no estudo de filosofia que na congregação intermédia de 28 de fevereiro de 1795 se abriu para ser lente de Artes no Convento de São Francisco de São Paulo, o Ex-Leitor de teologia Fr. Joaquim de Santa Leocádia. Com patente do Ministro Provincial Fr. Joaquim de Jesus Maria, tomou ordens de presbítero, em São Paulo a 6 de agosto de 1797, e lhas conferiu o Sr. D. Mateus de Abreu Pereira, bispo da dita cidade. No capítulo celebrado a 28 de setembro de 1799 saiu eleito pregador e confessor de seculares. Na congregação intermédia de 28 de março de 1801 foi eleito presidente do Convento de São Francisco de Vitória, mas não teve exercício. Com Breve Pontifício despediu-se da Ordem transitando para o clero secular, em fevereiro de 1804.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 993.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1804.