[ant. 1781, Abril, 24]
REQUERIMENTO do ministro e mesários da venerável Ordem Terceira da penitência dos religiosos de Santo Antônio da cidade do Rio de Janeiro, à rainha [D. Maria I], solicitando a confirmação da primeira doação das terras, pedreiras, barreiras e águas do morro de Santo Antônio, doadas pelo Governo e Câmara da cidade do Rio de Janeiro, em 1608, bem como da segunda doação de 1741, e ainda, pedindo provisão, dispensando a lei que proíbe as ordens religiosas possuírem bens de raiz.
Anexo: requerimentos, certidões.
AHU-Rio de Janeiro, cx. 126, doc. 46, cx. 144, doc. 58
AHU_ACL_CU_017, Cx. 115\Doc. 9467 (Projeto Resgate - Rio de Janeiro Avulsos (1614-1830))
Documento identificado por meio do catálogo Irmandades e Ordens Religiosas no Brasil Colonial (AHU),da Biblioteca Nacional do Brasil.
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Identificador:59572Tipo:Título de la referencia:REQUERIMENTO do ministro e mesários da venerável Ordem Terceira da penitência dos religiosos de Santo Antônio da cidade do Rio de Janeiro, à rainha [D. Maria I], solicitando a confirmação da primeira doação das terras, pedreiras, barreiras e águas do morro de Santo Antônio, doadas pelo Governo e Câmara da cidade do Rio de Janeiro, em 1608, bem como da segunda doação de 1741, e ainda, pedindo provisão, dispensando a lei que proíbe as ordens religiosas possuírem bens de raiz.Autor(es):venerável Ordem Terceira da Penitência da cidade do Rio de JaneiroInstitución arquivística: AHU, Arquivo Histórico UltramarinoCódigo de referencia:AHU_ACL_CU_017, Cx. 115\Doc. 9467Fecha de producción/publicación:24/04/1781 c.Notas sobre esta referencia:
Cómo citar esta referência
AHU, Arquivo Histórico Ultramarino, AHU_ACL_CU_017, Cx. 115\Doc. 9467, Venerável Ordem Terceira da Penitência da cidade do Rio de Janeiro, REQUERIMENTO do ministro e mesários da venerável Ordem Terceira da penitência dos religiosos de Santo Antônio da cidade do Rio de Janeiro, à rainha [D. Maria I], solicitando a confirmação da primeira doação das terras, pedreiras, barreiras e águas do morro de Santo Antônio, doadas pelo Governo e Câmara da cidade do Rio de Janeiro, em 1608, bem como da segunda doação de 1741, e ainda, pedindo provisão, dispensando a lei que proíbe as ordens religiosas possuírem bens de raiz.[ant. 1781, Abril, 24].
