Pregador, brasiliense. No século se chamava João Aires da Cruz, natural e batizado na freguesia de Santa Rita da cidade do Rio de Janeiro. Filho legítimo de José Aires da Cruz e de sua mulher D. Teresa Angélica de Jesus. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Joaquim das Santas Virgens Salazar (1805-1808). Tomou o hábito no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, aos 15 de maio de 1806, sendo guardião o Ex-custódio Fr. Antônio Agostinho de Sant’Ana. Professou no convento do Senhor Bom Jesus da Ilha, sendo guardião o Padre Mestre Jubilado Fr. Joaquim de Santa Leocádia, aos 17 de maio de 1807, sendo de idade de 18 anos e tomando por nome Fr. João Capistrano. Com 11 patente do Ministro Provincial Fr. Alexandre de São José Justiniano (1811-1814) foi ordenado Sacerdote, a 13 de e março de 1813. Conferiu-lhe todas as e Ordens o Exmo. Sr. Bispo do Rio de Janeiro Dom José Caetano da Silva Coutinho (1806-1833). Na congregação te intermédia de 24 de abril de 1813 foi de admitido ao estudo filosófico de que foi lente o Passante Fr. Francisco do Monte Alverne. No capítulo celebrado aos 15 de outubro de 1814 foi instituído confessor de seculares. Foi nomeado pregador no capítulo celebrado a 18 de abril de 1818. Pela saída do Pregador Fr. João do Prado foi eleito Vigário de Coro para o Convento de Santo Antônio do Rio do Rio de Janeiro, sendo ainda Ministro Provincial Fr. José Carlos de Jesus Maria Desterro (1818-1821). Saiu para o século com Breve de hábito retento. Depois apresentou um Breve de secularização.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1126.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1833.