Sacerdote, brasiliense. No século se chamava Henrique Correia de Figueiredo, natural e batizado na freguesia de São João de Itaboraí, bispado do Rio de Janeiro. Filho legítimo de Antônio Corrêa Carqueija, natural e batizado na freguesia de São Sebastião de Barcelos, bispado de Lamego, e de sua mulher Ana de Figueiredo, natural e batizada na sobredita freguesia de Itaboraí. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Manuel da Encarnação (1761-1764). Tomou o hábito no Convento de São Boaventura de Macacu, sendo guardião o lr. Pregador Fr. José da Madre de Deus Rodrigues, aos 9 de maio de 1761. Professou no mesmo convento e com o mesmo guardião, aos 10 de maio de 1762. Foi ordenado Sacerdote no Rio de Janeiro, a 10 de dezembro de 1768. No capítulo celebrado aos 12 de outubro de 1811 foi eleito porteiro do Convento de Nossa Senhora dos Anjos de Cabo Frio, sendo confirmado no mesmo ofício e convento na congregação intermédia de 24 de abril de 1813. No capítulo celebrado a 15 de outubro de 1814 foi nomeado porteiro do Convento de Santa Clara de Taubaté. Munido de todos os Sacramentos faleceu no Convento de Nossa Senhora dos Anjos de Cabo Frio, a 13 de março de 1815. Jaz sepultado no jazigo dos Religiosos.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1089.