Pregador, Brasiliense. No século se chamava Francisco das Chagas Assis, natural e batizado na freguesia de Nossa Senhora da Vitória, Província do Espírito Santo. Filho legítimo de Francisco da Silva Trancoso, e de sua mulher Inácia de Siqueira de Jesus. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Joaquim de São Jerônimo Sá (1838-1841). Tomou o hábito para frade do coro no convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, aos 10 de junho de 1838, sendo guardião Fr. Teotônio de Santa Humiliana. Professou no dia 11 de junho de 1839, no mesmo convento e nas mãos do guardião Fr. Manuel de Santa Viridiana. Com patente do Ministro Provincial Fr. Prilidiano do Patrocínio (1841-1847), foi ordenado sacerdote pelo Exmo. Sr. Dom Fr. Antônio da Arrábida, bispo de Anemúria, em 29 de maio de 1842. Na congregação intermédia de 31 de outubro de 1842 foi nomeado confessor de seculares e pregador. Apresentou sentença de Breve de perpétua secularização, passado pelo Senhor Internúncio Apostólico o abade Bedini (1846-1847).
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1270.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1847.