Sendo morador no Convento de Nossa Senhora do Amparo, de São Sebastião. Informou a 26 de outubro de 1722 o governador de São Paulo. Rodrigo César de Menezes sobre o desacato feito ao referido convento: queriam prender um mulato que do cruzeiro para dentro estava recolhido, sem ser criminoso. Na portaria do convento chegaram a esfaqueá-lo. Se ele (Fr. Caetano) não tivesse acudido com toda a pressa, o teriam matado. Tornou ao caso relatado em outra carta, escrita a 7 de dezembro de 1722 no Convento de Santo Antônio de Santos («onde me pôs a santa obediência»).
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 263.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1722.