Pregador, europeu. No século se chamava Antônio Francisco de Oliveira, natural e batizado na freguesia de Santo Ildefonso da cidade do Porto. Filho legítimo de José Mendes de Oliveira, natural e batizado na dita freguesia de Santo Ildefonso, e de sua mulher Ana Joaquina de Azevedo, natural e batizada em Leça da Palmeira, do mesmo bispado do Porto. Foi aceito à Ordem pelo Ministro Provincial Fr. Alexandre de São José Justiniano (1811-1814). Tomou o hábito no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro, a 4 de setembro de 1813. Professou no mesmo convento a 10 de setembro de 1814, sendo guardião o Padre Mestre Fr. Francisco de São Carlos, tendo de idade 21 anos e tomando por nome Fr. Antônio de Santa Pulquéria. Tomou todas as Ordens em São Paulo, e lhas conferiu o Exmo. Sr. Dom Mateus de Abreu Pereira. No capítulo celebrado a 18 de abril de 1818 foi instituído confessor de seculares e admitido ao estudo de filosofia no Convento de Santo Antônio do Rio de Janeiro. Foi admitido ao estudo de teologia do mesmo convento no capítulo celebrado a 20 de outubro de 1821. Na congregação intermédia de 26 de abril de 1823 foi nomeado pregador. Saiu eleito presidente do Convento de São Boaventura de Macacu na congregação intermédia de 5 de agosto de 1826. Por Decreto Imperial de 3 de agosto de 1827 foi nomeado Capelão para um dos batalhões do Exército do Sul. Acabou passando para o clero secular. Em 1843 o arcipreste da Província de Santa Catarina Pe. Antônio de Santa Pulquéria Mendes de Oliveira achava-se em Florianópolis.
Na referência bibliográfica Religiosos Franciscanos da Província da Imaculada Conceição do Brasil na Colônia e no Império, de Fr. Sebastião Ellebracht, é o frade nº 1177.
Ano de falecimento igual ou posterior a 1843.